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Dicas
Lider forte ou Dirigente inteligente
Paula Silveira

Líder forte versus Dirigente inteligente

Gerir um País, em pleno séc. XXI, não é o mesmo que gerir uma quintinha, e não pode ter só um “patrão”. Hoje, os problemas são globais e demasiado complexos e, por isso, não podem ficar na mão de um só “iluminado”, muito menos se este for do tipo autoritário, egocêntrico e “sabichão”. O chamado “líder forte”, por quem tantos suspiram.

Gerir um País, hoje, exige uma equipa feita de especialistas competentes, coordenados não por um “sabichão”, mas sim por alguém que sabe pôr a trabalhar essas competências. E, mais do que tudo, sabe explicar os projectos e os resultados esperados aos seus concidadãos, nas mais variadas instâncias, incutindo motivação e confiança. Um “dirigente inteligente”, simplesmente.

O “líder forte” escolhe sempre uma equipa fraca, que lhe obedeça, pressupondo que só ele tem ideias certas e os restantes estão lá para as executar. O “dirigente inteligente” escolhe sempre uma equipa forte, que o enfrenta, que o alimenta de ideias e sobre as quais são lançadas discussões eficazes e tomadas rápidas decisões.

Estes dois modelos, levados ao seu extremo, são representados por duas figuras conhecidas. O “líder”forte” será Hugo Chavez que, sozinho, sufoca a Venezuela. O “dirigente inteligente” será Lula da Silva que, com a sua equipa forte, despertou o Brasil. As diferenças são evidentes e os resultados também.

Um povo subserviente suspira por um “líder forte”. Um povo adulto exige um “dirigente inteligente”.

E você, o que pensa disto?