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Formação
Potenciação do Pensar
(Vide
Pensar o pensar)
Pensar o pensar
O pensar é como correr, é natural e treina-se !
Para
experimentar
pensar
0 professor, depois de ter ensinado o que era a pressão atmosférica e como se utilizava um Barómetro, no ponto de exame fez a seguinte pergunta:

Aplicando conhecimentos da Física e um Barómetro (aparelho que mede o valor da pressão atmosférica), como pode calcular a altura de um arranha-céus ?
 
Um dos alunos deu a seguinte resposta:
 
Como a gravidade faz com que um objecto pesado caia na vertical, se se amarrar uma corda ao barómetro, e o pendurar no topo do edifício até tocar no chão e depois se medir o comprimento da corda, este será igual à altura do edifício.

Consideraria esta resposta certa ou errada?!
Sabe resolver este problema ???
Pensar implica dois níveis de funcionamento:

                                       - fisiológico: o cortex (numa analogia seria o hardware do computador)
                                       - operativo: a cultura assimilada (numa analogia seria o software do computador)

Se se mudar a cultura incorporada, as características do pensar alteram-se.
Fazer contas no tempo dos romanos, com o seu registo numérico de, por ex., quarenta e três escrito como XLIII, não era fácil multiplicar XLIII vezes XXXIV.
Quando foi adoptada a numeração árabe (43x34) o pensar “multiplicação” tornou-se mais fácil.

A questão que se coloca é se a “metodologia de pensar” hoje utilizada será a mais rentável.

Potenciar o pensar é apenas encontrar e treinar outros métodos e outras técnicas de rentabilizar o fluir de  ideias.

Pensamos e corremos desde crianças, são funções naturais, mas as escolas têm aulas de Educação Física para ensinar a correr, porque não se ensina a pensar?
No treino de ensinar a correr, o fazer a corrida e chegar ao fim é o menos importante, pois é apenas um recurso a utilizar para se poder pensar COMO SE CORRE. Se essa análise for feita é possível construir melhorias na forma como aconteceu, torná-las um “hábito” novo a substituir o antigo, rentabilizando o esforço futuro e melhorando os resultados. É assim que se ganham medalhas Olímpicas.

Treinar o pensar é exactamente o mesmo.

Como treino-experiência tentar resolver o seguinte problema, mas num papel tomar nota das “coisas” que lhe vêm à ideia (situações, objectos, acções, etc) na tentativa de encontrar a solução.
Não é importante encontrar a solução, o importante é analisar o MODO como se pensa.
Problema
Uma moradia com um só piso, tem um sótão com 3 lâmpadas, cujos interruptores estão junto à porta de entrada, mas não têm qualquer indicação a que lâmpada correspondem.
O sótão tem a porta fechada e só pode subir a escada uma única vez para ir lá e dizer de imediato qual a lâmpada que corresponde a cada interruptor.
Está sozinho e não tem qualquer ajudante.

Como fazer ?
O treino não é obtido por saber como se faz, mas por analisar os erros e perceber o que não se fez. Na complexidade da vida, o caminho que era (ou foi) o sucesso numa situação não é garantia que da próxima também seja.
Não se treina aprendendo soluções, treina-se “treinando” análises de erros e aumentando a capacidade de observar, analisar situações e construir alternativas.
(pag. 1#5)
Ver Plano-Mapa
TV início
Inteligência criativa
(ver Observação no fim)
Obs.: No problema do Barómetro
 Sim’s  
Newton
Não’s
Newton
Invasão
do Einstein
ver
Em 100% de alternativas         ,
quando aprendemos um “SIM”,
99% das outras alternativas fecham-se,
e passam a NÃO:

Quando aprendemos um “NÃO”, abrem-se
99% de probabilidades de “SIM”:

Porque não usar o barómetro como fio de prumo
e resolver o problema ?
Porque não, se a pergunta não o proibia?
E não existirão mais hipóteses ?