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Formação
Potenciação do Pensar
(pag. 3#5)
Potenciar o estudar
Potenciação Estudar2

Projecto realizado em 2010, com um grupo de 14 jovens, com dificuldades de aprendizagem.

 

Teve a duração de 9 sessões de 3 horas cada.

Acompanhamento de 2 monitores-facilitadores.

 

Metodologia de Pedagogia Experiencial, com base em SocioPedagogia.

- Relato final

Plano/Estratégia SocioPedagógica

 

1. Criar a rede “monitores-alunos”,

 

Este Objectivo foi obtido a partir da 2ª sessão.

Com base no trinómio “disciplina-indisciplina-não indisciplina” optou-se por criar e construir com os alunos a situação de “não indisciplina”, fomentando deste modo a autodisciplina, a colaboração e a autonomia dos alunos.

Esta linha de força foi cada vez mais notória.

 

4 fases: Objectivos

 

Na realidade, não existe apenas indisciplina versus disciplina, pois também pode existir outra alternativa que é não-indisciplina.

Num exemplo, um conjunto de pessoas a sair por uma porta poderão:

 

     1. lutar e empurrar-se entre si (indisciplina),

      2. saírem militarmente enquadrados numa formatura (disciplina), ou

     3. de forma consciente e autónoma coordenarem-se entre si (não-indisciplina).

 

Não é viável ser fácil passar da 1ª para a 3ª alternativa através do uso da autoridade disciplinar.

Normalmente, com a imposição da disciplina a situação fica resolvida (“ganha-se a batalha”), mas as pessoas não alteram posições e preparam-se para um segundo confronto através de um eficaz aumento do contra-poder (“perde-se a guerra”).

  

Vide Nelson Trindade,  “Autoridade, aprendizagem e direito ao erro”

em PDF+

2.   Criar a rede grupal “aluno-aluno”.

 

Com base nas características individuais foi fomentada a cooperação, e a colaboração.

Procurou-se construir relações inter-individuais com base na percepção do outro e numa perspectiva de inter-dependência.

 

 

3.   Criar redes de trabalho “grupo-temas”.

 

Fomentando a análise e o pensar em comum, criando hábitos de escuta activa e apoio, procurando reduzir ao mínimo as relações de contra-poder entre eles.

 

 

4.   Introduzir Métodos de trabalho mental individual e grupal.

 

Com técnicas de operacionalização da memória e raciocínios individuais e técnicas de trabalho grupal.

 

9 sessões: Objectivos e actividades

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1ª sessão - Objectivo: Desenvolver relações inter-individuais

 

1    Energyzers

Criar  relações inter individuais em auto controlo.

 

1.1     Amigos

1.2     Bola penas

1.3     Tape sky

 

2     Cartões na mesa

Mediante relações e apoio inter individual treinar e operacionalizar a tabuada.

 

3    Ligados por fios

Aumentar a relação inter individual por pressionar a percepção do outro e adaptar-se a ele.

 

4     Jogo Memória

Reforço Metaidentidade: “Eu tenho memória”, por  obtenção de resultados concretos obtidos na actividade de observação.

5    Duplas

Solucionar problemas de configuração visual.

 

6   Peças  

 Actividade de memorização e configuração visual.

Avaliação

 

Esta primeira sessão teve como propósito testar as diferentes dimensões da Estratégia previamente definida. Assim, confirmou-se o diagnóstico inicial que apontava as dificuldades dos alunos no que toca ao autocontrolo, à percepção e coordenação do outro,  e à memorização e configuração visual.

2ª sessão- Objectivo: Potenciar relações inter-individuais na cooperação

  

                                Trabalho em grupos de dois, com um resultado concreto a obter,  

                                obrigando a integrar as acções individuais.

 

1     Cartas: quem mais alto?

Motricidade fina, concentração.

 

2      Pegar

            Motricidade fina, concentração, inter-acção.

 

3      Torre de caixas

            Motricidade fina, concentração, inter-acção.

4      Edifício

Motricidade fina, concentração, inter-acção.

 

5      Cartões na mesa

 

6      Peças Memória colectiva

 

Avaliação

 

Esta segunda sessão teve como propósito trabalhar a motricidade fina, a concentração, a colaboração com o parceiro e a transposição de imagens. Para a construção de puzzles. Assim, notou-se que havia mais facilidade com o manuseamento de peças grandes e uma fraca capacidade individual, pela maior parte dos alunos, de realizarem as tarefas com base em ideias autónomas. Foi notória a dificuldade de todos em chegarem à construção do Puzzle. Devido à fraca memorização e configuração visual.

 

Começou aqui a desenhar-se a especial apetência dos alunos para o “hands on”.

 

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