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Aviso
Avisa o quê ???
....local seguro para atravessar a rua !
Só ???
Pensar é receber sinais e com eles e sobre eles construir significados e decidir a partir das conclusões.

Mas para o fazer é preciso “caçar” sinais, uns de forma óbvia, outros com pesquisa activa, uns conspícuos, outros discretos.

Quando sinais cruciais não percebidos as conclusões são parciais ou mesmo erradas.

Ter uma mente “acutilante” (sharp mind) na observação e recepção de sinais a pensar é o primeiro passo para pensar bem.
A caça de detalhes é uma capacitação crucial para se sobreviver em situações complexas e não rotineiras.

Quando a Educação e/ou a Escola definham esta capacidade (bem desperta nas crianças, vide foto no topo da página) estão a despreparar para a vida.

No aviso do exemplo, que outro aviso está lá para além do óbvio ?
Imagine-se um pontapé numa pedra e esta acerta:

1 . noutra pedra, ou
2 . num gato.

Qual a diferença ?
No 1º caso, se a força cinética da pedra que bate for superior à inércia que pedra que é batida, esta afastar-se-á, mas se for inferior ficará imóvel.
É apenas um problema de re-equilíbrio entre as energias em jogo entre os sinais emitidos e os recebidos. Uma simples aplicação de leis da Física.

No 2º caso, o resultado não tem nada a ver com o re-equilíbrio das energias em jogo entre os sinais emitidos e os recebidos.
Um novo fenómeno surge aqui:              
a energia transforma-se em informação              
 e com base nela o receptor pensa e decide:

          Fugir (afastar-se como no 1º caso) ou
          Ficar quieto (como no 1º caso) ou
          Atacar (aproximar-se, impensável no 1º caso).
Qualquer que seja a solução, ela não tem nada a ver
com Leis da Física: o gato pensa, a pedra não pensa.
Estudar?
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DICAS
Definindo pensar como:

o processo de, a partir de sinais recebidos,
criar informação e com ela construir  significados,

significados esses que, mais tarde, muitas vezes, são expressos em comportamentos optados.

Por exemplo, quando uma perdiz vê um caçador (sinal) e foge (comportamento optado em consequência), processualmente tal fuga resulta de um ACTO DE PENSAMENTO...
ou seja, ...
.... a minhoca pensa.
Quando René Descartes diz:

Penso, logo existo...

como uma característica humana,
o seu significado, à diferença de uma minhoca, não quereria dizer que:

Penso o meu próprio acto de pensar, logo (sou consciente que) existo... ?????

Esta última alternativa é uma linha de força importante na pedagogia do pensar e, portanto, do estudar. (vide pag. seguinte)
 Acção e
Liderança